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Mensagens

No Dragão? Para ganhar!

  No Dragão? Para ganhar! Estamos em vésperas de um FC Porto x Benfica e há uns anos que, entre os adeptos benfiquistas, não se respirava um otimismo tão confiante… a exibição em Milão com uns 9 “não titulares” a seguir a uma vitória muito sofrida contra um Gil Vicente com os tais 11 titulares, deixaram a larga maioria de adeptos super confiantes sobre a possibilidade de uma vitória no Dragão. Pessoalmente, esta afirmação de personalidade em Milão com um 11 altamente batalhador e onde em todos os poros transpirava pundonor e classe, creio que veio trazer múltiplas questões (mas não sei se boas pelas dúvidas que forçosamente suscitam) ao treinador Marco Silva (MS). Afirmou a imprescindibildade de Palhinha, a convicção de que Aursnes tem que jogar, mas a partir daqui só a certeza de que existem muitas e boas soluções neste plantel. Trubin (este) é certeza, Banjaqui tem subido a olhos vistos, Circati é alternativa obrigatória contra um FC Porto perito em bolas paradas, El Karouan...

Com Marco Silva voltamos a jogar à Benfica!

COM MARCO SILVA VOLTAMOS A JOGAR À BENFICA! Nos grandes duelos entre equipas de topo, os treinadores assumem cada vez mais um papel central. No início da década passada, na Liga espanhola, o embate Madrid-Barça definia-se tanto pelo repto CR7-Messi, como pelo enfrentamento conceptual e de personalidades entre Mourinho e Guardiola.  Atualmente, no futebol nacional, a rivalidade Benfica-FC Porto (FCP), evidencia também um contraste entre a forma como os seus técnicos fazem a leitura dos jogos e avaliam as performances das suas equipas. A esse respeito, o início da Liga dos Campeões, trouxe-nos um instrutivo FCP x M. City. O resultado de 0-2 não pareceu anómalo face às forças em presença e refletiu as estatísticas chave do jogo:                                 FCP                                  ...

Este Benfica legitima todas as esperanças…

Este Benfica legitima todas as esperanças… Mais 2 jogos, mais 2 vitórias das que nos fazem sonhar. Se no Marítimo (0-3) talvez o resultado até tenha sido melhor do que a exibição (aquele início da 2ª parte deixou-nos apreensivos na altura), ontem, em Moreira de Cónegos (0-4), quando o jogo terminou ficámos literalmente com pena de não ter durado mais uns (largos) minutos, tal a qualidade exibicional que nos foi proporcionada durante a maior parte do jogo. Se no Marítimo a qualidade do nosso futebol também foi altamente prejudicada por um campo que deveria estar interdito para jogos de divisões profissionais, ontem, nem o mau estado do relvado impediu o brilhantismo da nossa exibição. Ficámos a sonhar, isso é indiscutível. Depois do jogo contra o Gil Vicente (que no ano passado vencemos por muita sorte e de forma até imerecida) em que legitimamente esperamos a confirmação das recentes exibições e uma vitória indiscutível, espera-nos a verdadeira “prova dos nove” ao defrontarmos o Mi...

O obituário competitivo da Liga e o arranque do Benfica (por Nuno Paiva Brandão)

O obituário competitivo da Liga e o arranque do Benfica (por Nuno Paiva Brandão ) Neste final de agosto, assisti a dois jogos de futebol: Real Madrid-Málaga e Benfica-Estoril. A mesma modalidade, dois jogos com um perfil oposto. No desafio da La Liga, a equipa mais débil - o neoprimodivisionário e histórico Málaga - jogou no campo todo, enfrentando o gigante Real Madrid sem receio de competir. No jogo da Luz, o histórico Estoril, comportou-se segundo uma estratégia contrária à do Málaga, acantonamento hiperdefensivo, faltas sucessivas, desdenhadas por um árbitro permissivo, e toda a equipa lutando, à espera de um "milagre". Os factos são teimosos: em posse de bola, 57%-43% no jogo de Madrid, 69%-31%, no desafio na Luz. em remates totais: 19-14, no jogo de Madrid e 23-4, no desafio na Luz. em pontapés de canto: 9-6 no jogo de Madrid versus 9-0, no desafio na Luz. Outra diferença importante: o Málaga utilizou 15 (!) jogadores espanhóis de um total de 16 e o Estoril fez particip...

Benfica – as modalidades também estão no nosso ADN!

Benfica – as modalidades também estão no nosso ADN! 1 . Hoje, o destaque do meu texto vai para as modalidades. Quando o Benfica tem um atleta como Fernando Pimenta que acaba de ganhar mais 2 medalhas de ouro na canoagem, totalizando agora 187 medalhas em todas as competições, é forçoso que se dê destaque a um feito notável que honra Portugal. Pimenta será um dos que perdurará na memória dos tempos, tal como Eusébio e CR, Livramento, Adrião, Vaz Guedes, os irmãos Serpa, Agostinho, a dupla rival Nicolau/Trindade, Carlos Lopes e Fernando Mamede, o “nosso” António Leitão, Rosa Mota, Fernanda Ribeiro, Nelson Évora, a dupla ciclista Leitão/Oliveira, Yokochi, Telma Monteiro ou agora Neemias Queta, entre tantos outros que pela grandeza dos seus feitos deixaram de pertencer aos clubes que os lançaram para se tornarem ídolos nacionais. O carinho que o Benfica tem ao longo de décadas dedicado às amadoras tem destes momentos que nos orgulham não só pelo contributo dado à sociedade ao fomenta...

Apuramento conseguido, será que haverá saídas de última hora?

Apuramento conseguido, será que haverá saídas de última hora? Começo a escrever estas linhas ANTES do jogo com o Aahrus que se irá disputar daqui a umas 3 horas. Os últimos dias têm trazido novidades na construção da equipa de futebol e quero regozijar-me pelo que acredito serem duas contratações de muito valor – Circati e Palhinha, ambas para o eixo central, dois jogadores que vêm trazer poder físico e altura a uma equipa que estava permeável na disputa de lances aéreos. Embora tarde, felizmente que ainda vieram em boas horas, até porque o Benfica já luta em 2 frentes: (i) apuramento para a Liga Europa e, (ii) compete na Liga Portuguesa, onde já cedemos um empate contra um generoso Viseu por mais do que evidentes culpas próprias, quer a finalizar quer a defender. Tenho criticado duramente a Direção/Administração pelo que considero ser os inexplicáveis atrasos nas contratações de reforços, cimentada a minha crítica nas promessas do Presidente Rui Costa que vinha falando em múltipla...

Palhinha não deve ser o álibi da Direção (por Nuno Paiva Brandão)

PALHINHA NÃO DEVE SER O ÁLIBI DA DIREÇÃO A reentrada futebolística do Benfica, após as  dececionantes  últimas épocas, concentra a elevada carga emocional resultante do declínio ocorrido nos últimos seis anos.  A recentemente anunciada  contratação de Palhinha, importante para o  equilíbrio  da equipa e um "doping" moral face à concorrência  ( na linguagem NBA, " Sporting! In  your  face!"), não deve servir de álibi para a atuação da estrutura diretiva do clube, neste inicio de época. Analisando friamente, verifica-se que o futebol do Benfica carbura a duas velocidades bem diferentes.   No terreno de jogo, Marco Silva conseguiu que o futebol da equipa melhorasse  rapidamente . Sobretudo, a qualidade do jogo ofensivo progrediu muito, bem como o contributo individual de vários jogadores, nomeadamente os agora muito influentes  Prestianni  e Rafa, sem esquecer o reacender da veia goleadora de um muito motivado  Pavlidis ...