Do mal o menos… 1. Ficou uma sensação de sabor amargo. Ficou a convicção que se o jogo durasse mais 10’ ou 15’, se calhar até virávamos o jogo. Ficou a sensação (e a convicção, quase certeza) de que se Aursnes jogasse, o jogo era ou teria sido sido muito diferente. Mas, acima de sensações ou convicções, ficou a certeza de que este plantel está super espremido, mesmo que afetado por lesões. O empate tem sempre sabor a fel quando obrigatoriamente se tem de ganhar. Mas como o jogo correu, depois da evidente supremacia da 1a parte do FC Porto, uma equipa muito bem trabalhada e construída pelo seu treinador, uma equipa veloz e “com peso” o empate soube a ouro. A vontade de criticar é imensa, também o farei em tempo oportuno (como Mourinho o fez “a quente”), mas começo por tecer loas ao espírito de luta da equipa, à tremenda garra e alma com que sempre lutou, à 2a parte que nos deu como certeza que com um janeiro mais cuidado nos reforços, a equipa poderia almejar outros voos. A 1a parte foi...
Blog A Hora
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