O FUTEBOL NACIONAL E O BENFICA NA ERA DO DESATINO "Dependemos só de nós". Uma das frases mais repetidas no mundo do futebol e, supostamente, a duas jornadas do fim, aplicável à situação do Benfica relativamente à conquista do segundo lugar, nunca se revelou tão enganadora. Ao invés, o que este campeonato veio evidenciar, é que, no reinado da Proençocracia, os resultados são crescentemente marcados pelos desempenhos arbitrais. Pela enésima vez na Liga (como na Taça de Portugal), o recente jogo Famalicão-Benfica ofereceu uma centralidade inédita ao árbitro, posicionando-o como o grande poder na competição. A atuação de Gustavo Correia, já bem conhecido na Luz pela sua infeliz arbitragem do Benfica-Casa Pia, veio alterar o sentido do jogo e, consequentemente, a definição de um resultado, produzindo um caos arbitral cujos erros estão detalhadamente descritos, por exemplo, na análise de Pedro Henriques no jornal A Bola. Nesta festa que o árbitro ofereceu a si próprio, erguendo...
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